Começar com galinhas
Quantas galinhas, onde comprá-las, em que momento, com qual orçamento: as respostas da Elsanor para começar bem uma criação doméstica de galinhas de raça.
18 perguntas
Sim, para os nossos parceiros, tanto na Europa quanto na África e na América. Continuamos abertos a novas parcerias onde ainda não estamos presentes. O envio depende do destino e da regulamentação aplicável — é o ponto a verificar em primeiro lugar, antes mesmo de falar de raças. A Elsanor Logística realiza nossas entregas na França e na Europa Ocidental; além dessas regiões, as modalidades são definidas caso a caso. Projetamos e fabricamos nossas próprias caixas de transporte, inclusive para frete aéreo: poucos criadores dominam esse know-how internamente.
Não vendemos diretamente: a reserva é feita junto a um revendedor Elsanor. Nosso diretório lista todos eles, com sua cidade, seu país, seu status e as próximas entregas previstas — e o mapa do site mostra os mais próximos da sua casa. Os revendedores exclusivos oferecem toda a nossa linha; os parceiros oferecem pelo menos 80 % dela. Se você for profissional e quiser se juntar a nós, escreva para nós.
Para uma primeira criação, dois critérios prevalecem sobre todos os outros: um temperamento calmo e uma altura de voo baixa. Uma galinha que pula a cerca no primeiro dia transforma o prazer em um fardo. As raças mais tranquilas do nosso catálogo são atualmente Brahma, Faverolles Alemã GR, Galinha sedosa barbuda, Galinha sedosa de cabeça branca, Orpington, e as que menos voam, Cochinchina, Galinha sedosa barbuda, Galinha sedosa de cabeça branca. Essas raças põem menos ovos que uma poedeira comercial, mas vivem mais tempo e deixam que você se aproxime — muitas vezes, é isso que realmente se procura ao começar.
Opte pelas raças classificadas como muito calmas — atualmente Brahma, Faverolles Alemã GR, Galinha sedosa barbuda, Galinha sedosa de cabeça branca, Orpington: aceitam ser carregadas no colo sem se debater, o que faz toda a diferença com uma criança. O tamanho também ajuda: uma raça grande e pesada é mais fácil de pegar do que uma anã ativa. O catálogo pode ser filtrado diretamente pelo temperamento, no critério “Comportamento”.
Sim, desde que você escolha em função do espaço, e não por amor à primeira vista. Uma raça pequena, pouco ativa e com baixa altura de voo se adapta muito bem a um quintal urbano — a Galinha sedosa, que praticamente não voa, é o exemplo clássico. Por outro lado, uma raça leve e boa voadora vai transformar seu quintal em um palco de fugas. O catálogo pode ser filtrado por tamanho e por altura de voo, que vai de 1 m a mais de 2 m conforme a raça.
Calcule de 2 a 3 m² por ave para o galinheiro, ou seja, cerca de dez metros quadrados para quatro galinhas. Para o piquete, reserve no mínimo de 15 a 20 m² por ave para conservar a grama. E, se você quiser que a passagem das galinhas fique praticamente invisível no seu quintal, é preciso pensar bem maior: da ordem de 60 m² por ave. É o piquete, nunca o galinheiro, que realmente limita o número.
Tudo depende da origem e da qualidade desejadas. Para uma ave de raça pura, calcule em média entre 25 e 50 €; para uma linhagem rara ou proveniente de um plantel premiado em campeonatos, o preço ultrapassa em muito os 100 €. O que amplia a diferença não é o custo de criação — alimentar uma franga de raça custa praticamente o mesmo que alimentar uma poedeira comum — mas o trabalho de seleção por trás da ave: o número de gerações, a raridade da raça, a conformidade com o padrão. Não vendemos diretamente: os preços são definidos por cada revendedor.
Em boas condições, uma galinha vive em média de 8 a 12 anos, e algumas aves ultrapassam os 15 anos. Muito depende da alimentação, do acompanhamento sanitário e da proteção contra predadores — bem mais do que da própria raça. Vale notar: ela não põe ovos durante todo esse tempo. A postura diminui nitidamente depois de algumas temporadas, enquanto a ave, por sua vez, continua em plena forma.
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Sim. Não existe um diploma específico para a criação de galinhas de raça, e a maioria dos criadores aprende na prática, nos clubes de raça e nas exposições. O que conta é o rigor: manter registros, respeitar as regras sanitárias, saber exatamente o que se tem nos próprios piquetes. Nosso caderno de seleção relata concretamente esse trabalho, temporada após temporada.
Perguntas relacionadas
Tudo depende do que se entende por rentável. Um criador amador busca sobretudo limitar o custo do seu passatempo, não viver dele — e está muito bem assim. Na criação de raças puras, aliás, a maior parte do esforço não se vê no galinheiro: está na manutenção dos reprodutores durante o ano todo, na triagem rigorosa a cada geração e nas aves que são mantidas sem nunca serem vendidas. É esse trabalho que tem valor, muito mais do que o saco de ração.
É possível comprar galinhas em qualquer estação do ano, mas a primavera e o outono continuam sendo os momentos mais agradáveis: você passa tempo no quintal e as condições são amenas para a acomodação das aves. Para os pintinhos, a primavera é a escolha óbvia — eles crescem durante a época de tempo bom e atingem a maturidade antes do inverno. A disponibilidade varia conforme as raças e os revendedores; nosso diretório indica as próximas entregas previstas de cada um.
Não existe uma só, e desconfie de quem apontar uma para você: a raça certa depende do seu terreno, do tempo que você vai passar com suas galinhas e do que você espera delas. Três critérios bastam para uma primeira triagem: o temperamento, a altura de voo e o nível de postura. Comece pelo que mais importa para você e depois veja o que os outros dois mostram. Nosso catálogo pode ser filtrado pelos três.
As mais fáceis são as que exigem menos adaptações: um temperamento tranquilo, uma altura de voo baixa, uma boa rusticidade. As raças que classificamos como muito calmas são atualmente Brahma, Faverolles Alemã GR, Galinha sedosa barbuda, Galinha sedosa de cabeça branca, Orpington. Um conselho que vale mais do que a escolha da raça: comece com três ou quatro aves de uma única raça, em vez de uma coleção. Aprende-se muito melhor com um grupo homogêneo.
No mínimo duas, idealmente três. A galinha é um animal gregário: sozinha, ela se entedia e fica menos saudável. Começar com três em vez de duas lhe dá uma margem, já que a perda de uma ainda deixa um grupo. Se você começar com pintinhos, leve três: eles são mais frágeis do que aves já empenadas. O resto é questão de orçamento e de espaço — e é o piquete, nunca o galinheiro, que realmente limita o número.
Tudo depende do seu equipamento e da incerteza que você aceita. Um pintinho exige calor — lâmpada de aquecimento, espaço exclusivo, monitoramento diário durante várias semanas — e, se não for sexado, você vai descobrir a proporção de galos ao longo do caminho, o que nem sempre é desejável em um quintal. A franga é a fase mais interessante para a maioria dos compradores: a ave está empenada, não precisa mais de calor, e você assiste ao final do seu crescimento. O pintinho continua interessante se você quiser acompanhar a ave desde o início e estiver equipado para isso.
A ave adulta lhe dá ovos, ou reprodução, de imediato: é sua única vantagem real, mas ela é decisiva se você estiver com pressa. A franga permite que você assista ao final do crescimento e ao início da postura, o momento mais interessante de observar. Um esclarecimento honesto: nem sempre há escolha. Uma determinada raça não existe necessariamente em todas as fases no momento em que você a busca e, nas raças mais procuradas, é a disponibilidade que decide, não a preferência.
Idealmente entre 14 e 16 semanas. Nessa idade, as aves estão empenadas: salvo em condições de inverno rigoroso, elas não precisam mais de aquecimento complementar, o que simplifica muito a acomodação. E você não espera muito tempo — calcule de um a dois meses até os primeiros ovos, conforme a raça e a estação. Se for mais nova, é preciso providenciar o equipamento; se for mais velha, você perde a parte mais interessante de observar.
A saúde se avalia a olho nu: olhar vivo e bem aberto sem inchaço, respiração silenciosa, plumagem e cloaca limpas. Diante de uma ave que se mantém afastada do grupo, o melhor é seguir adiante. Quanto à vacinação, não se contente com a palavra: peça para ver o esquema de profilaxia, ou seja, quais vacinas foram aplicadas e com que idade. Todos os vendedores vão lhe dizer que suas aves são vacinadas, e esse termo abrange realidades muito diferentes. Por fim, observe o plantel, e não apenas a ave isolada: status sanitário conhecido, aves de idades homogêneas, condições limpas.
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